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Seis meses ao mar
seis filhos em terra
mais a mulher
seis meses só
Sempre só
uma
campanha
Seis meses ao mar
doze contos de reis
Outros seis
não largo a costa
hei-de ir ao rio
prá gente se governar
Só mais esta
prometi
em outubro
já cá estou!

Ó Saul, tu andas a mangar comigo!

Não há quem possa, e eu mais sei que não, como tu sabes, quando estás. Estendes os braços para que te agarre, estendo os braços para te agarrar, e mal se desfez a onda que te atira à praia, outra te leva de novo ao mar.
Cada vez estás menos, e eu menos posso.
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